IColecionar discos de vinil pode ser encarado como um entretenimento ou hobby, mas vai muito além disso. Ter uma coleção só com os discos que você mais curte é construir seu próprio tesouro, ou, até mesmo, ser um estilo de vida que vai aprofundar o seu aprendizado sobre a música. A coleção pode se adaptar ao seu bolso. Ativar o modo garimpeiro e se abrir para títulos não tão raros é uma boa dica. O importante é começar; a construção de um acervo é algo que vai tomando forma aos poucos. Não se engane, é muito difícil alguém iniciar uma coleção do zero e ter uma estante cheia de discos da noite para o dia. Desde os seus quatorze anos, o eletricista Francisco Vieira da Cruz conta que é um colecionador. É um apaixonado por discos, hoje ele tem uma coleção de aproximadamente 1.250 LPs, fitas cassetes (600) unidade e diversas fitas de vídeo. Sempre que está de folga, curte algumas musicas na sua vitrola, a qual é cuidada com muito carinho. Faço isso porque gosto. Deveria ter muito mais, só que eu fiz doações de alguns LPs vinil ao meu primo que mora no Camará. Gostaria de pedir a quem tiver e quiser doar-me, aceito e irei pegar. Por: Edilson Aguiar Colecionar discos de vinil pode ser encarado como um entretenimento ou hobby, mas muitos consideram uma paixão
A Cia. Prisma
A Cia. Prisma de Artes foi fundada em 16/10/85, trazendo na bagagem um imenso trabalho junto à periferia da cidade. Essa família, como gostamos de chamar, faz um trabalho basicamente comunitário dentro do bairro Dias Macedo e outros bairros vizinhos. São atores e atrizes que através de suas vivências, mostram seus potenciais artísticos. É um grupo que trabalha e participa da vida histórica de sua comunidade, seu lazer, sua cultura e suas reivindicações. Sua área de atuação é Teatro, Cultura Popular e Programas de incentivo a leitura. Sua atuação iniciou com a formação do Grupo Junino Gente da Terra que por 30 anos manteve a tradição nos festejos juninos. Organizando vários festivais de Quadrilha em parceria com a Associação de Moradores do Bairro Dias Macedo. Nesse mesmo período encenou a Paixão de Cristo com jovens da paróquia São Francisco de Assis. No teatro sua trajetória de metáforas e linguagens simbólicas, participou de eventos culturais no bairro Dias Macedo, Castelão, Boa Vista, Cidrião, Aerolândia, Tancredo Neves, em empresas estatais tais como Correios, Caixa Econômica, Infraero, cidades vizinhas como Eusébio, Solonópolis, Sobral quando participou da X MOSTRA DE TEATRO AMADOR, promovido pela FESTA (Federação de Teatro Amador do Ceará), onde ganhou menção Honrosa por melhor caracterização Tendo fortalecido seu trabalho, o grupo quis alçar outros voos, resolveu assim fundar uma companhia artística, investindo no seu primeiro espetáculo infantil: “Festa na Floresta Encantada”. A partir do sucesso desse trabalho surgiu “O Conquistador de Planetas”, com o qual conseguiu sua maior ascensão, tendo ganhado prêmio de melhor autora dentro dos destaques do Dia Mundial do Teatro promovido pelo Grupo Balaio. Tivemos mais dois espetáculos: “Brincar é Arte Sonhar Faz Parte” e “Mãe Hilda”, continuando sua trajetória de motivar a fantasia infantil através da arte. Em 2009 montou: “A Pena e a Lei” e alguns esquetes,” Golpe Baixo”, “Brigas”, “Crime”, “Dueto”, “A Menina e o Sino” entre outros e neste período que inauguramos a nossa sede o EPA – Espaço Popular de Artes, um pequeno teatro de bolso para 50 pessoas, onde ocorrem ensaios abertos dos espetáculos que serão montados, pequenas temporadas e Saraus Literários. Em 2011 e 2012 o grupo esteve em circulação com o espetáculo adulto chamado Luto, que esteve em temporada no Espaço Popular de Artes e no Teatro Antonieta Noronha, fazendo ainda algumas apresentações no teatro José de Alencar. Ainda em 2012 o grupo iniciou um processo de construção do musical “Não Verás País Nenhum”, adaptação da obra de Ignácio de Loyola Brandão, Dirigido por Júlio Maciel, o espetáculo foi apresentado na X Bienal Internacional do Livro e Centro Cultural Dragão do Mar. Atualmente circula com os espetáculos “Urubus”, “As Aventuras de João Sortudo”, “Putz, a Menina que Buscava o Sol” e “A Criança mais Velha do Mundo”. A Companhia deu origem a outras iniciativas culturais na comunidade como o bloco de pré-carnaval chamado mata galinha, primeiro nome do bairro, e já está em sua 13ª edição, o grupo junino Gente da terra e o grupo de reisado Estrela D’alva. Em 2014 realizou o projeto Web TV Comunitária, projeto que capacitou 20 jovens em mídias alternativas e ferramentas de designer gráfico. Dessa forma pretende continuar o seu trabalho de fortalecimento de atividades culturais na periferia da cidade. Seus principais projetos atualmente são: a realização do Festival Popular de Teatro que vai para sua décima segunda edição, que contou com os patrocínios da Coca-Cola, Coelce e Oi Futuro pelas leis estaduais e federais de incentivo a cultura, e o segundo projeto é a Caravana da Leitura e do Autor Cearense contemplado no edital das artes da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará. Além disso, o grupo participou da Produção do VIII e X Festival de Teatro de Fortaleza, é parceiro na produção da Feira do Livro Infantil de Fortaleza por sete anos e Realizou a Feira da Palavra em Cabo Verde na África. Site: http://festivalpopulardeteatro.com/quem-faz/ It is a long established fact that a reader will be distracted by the readable content of a page when looking at its layout. Vel nisl, elementum viverra sodales euismod convallis nullam porttitor. Ligula enim nisi varius ultrices nunc aenean lorem eget. Feugiat orci risus sed consectetur sit purus aliquam. Urna, bibendum aliquet mi et, proin etiam vulputate. Eget faucibus tellus. Eget netus nec magnis fermentum. Diam quam quam suspendisse vitae consequat phasellus non odio morbi bibendum odio libero.
Arráia João Hypólito
Nosso arraial foi danado de bom! A educação infantil animou a festança!Nossa festa junina foi muito animada! Agradecemos toda a comunidade escolar pela dedicação e participação! A Festa Junina na escola vai muito além de bandeirinhas e quadrilha. Ela é uma oportunidade pedagógica valiosa para ensinar história, cultura, valores e desenvolver habilidades cognitivas e socioemocionais de forma leve e envolvente. Neste artigo, vamos mostrar como transformar essa tradição em um projeto educativo completo, interdisciplinar e cheio de significado — tudo alinhado à BNCC e à prática docente criativa. Por que trabalhar a Festa Junina na escola? A Festa Junina na escola permite o resgate de tradições populares, o respeito à diversidade cultural brasileira e o desenvolvimento de competências gerais previstas na Base Nacional Comum Curricular, como: Além disso, ela integra o brincar com o aprender — ponto central no processo de ensino-aprendizagem, especialmente na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Festa Junina na Escola: Como Transformar Tradição em Aprendizado Significativo – Portal Educa Mais É fundamental manter as nossas tradições populares Jesus Pereira